sábado, 12 de setembro de 2009

Novas Tecnologias! Escolha a melhor!

Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=iFbsv_k2X6M

Mascote do Blog!




Carro pra quê?

20. Carro pra quê?

Um dos vilões da poluição nas metrópoles, o carro teria o uso desestimulado. Sua circulação seria proibida em algumas áreas e em certos dias da semana. Os proprietários ainda pagariam impostos elevados- com exceção de quem tivesse carro elétrico.

Bloco na rua

19. Bloco na rua:

Em vês de asfaltos, as ruas seriam pavimentadas com blocos permeáveis, que facilitam a infiltração da água da chuça, ajudando a prevenir alagamentos. A prefeitura de Hangelo, na Holanda, já testa até um pavimento assim capaz de absorver a poluição dos carros.

Um Gás nos busões:

18. Um Gás nos busões:

Apesar de o metrô ser a prioridade, não daria para abrir mão de algumas linhas de ônibus. Mas eles seriam movidos a biogás, combustível obtido a partir do metano coletado no lixo e no esgoto da cidade.

Tudo Junto

17. Tudo Junto:

O planejamento urbano se basearia na construção de pequenos bairros que tivessem tanto residências como escolas, locais de trabalho e áreas de lazer. Assim, os habitantes perderiam menos tempo – e consumiriam menos energia- em deslocamento.

Sobra energética

16. Sobra energética:

Mesmo com quase todo o lixo reciclado, haveria a necessidade de ter um pequeno aterro sanitário nos arredores da cidade. O melhor é que, além de dar cabo do lixo não reciclado, ele ainda forneceria matéria-prima (metano) para a usina de biogás

Ajuda das bactérias

15. Ajuda das bactérias:

Junto à estação de tratamento de esgoto e ao aterro sanitário, uma usina produziria biogás. Nesse tipo de usina, bactérias se “alimentam” do lixo e do esgoto, eliminados gases (como o metano) que servem para gerar energia elétrica e para abastecer veículos.

Tratamento de Choque

14. Tratamento de Choque:

No Brasil, um em casa quatro domicílios não tem rede de esgoto ou fossa séptica. Na cidade do futuro, todo esgoto gerado teria que ser coletado e tratado antes de ir para o rio ou mar que contorne a cidade.

Cidade Jardim

13. Cidade Jardim:

Como você já deve ter percebido, a cidade sustentável teria a aparência de um grande jardim. Isso porque, além de prédios com telhados verdes e de muitas árvores nas ruas, ela teria também vários parques, cortados por ciclovias e caminhos para pedestres.

Pouca Telha

12. Pouca Telha:

Grama, flores, arbustos e até mesmo hortas se revezariam na cobertura de boa parte dos telhados das edificações. As coberturas vivas melhoram em 30% as condições de temperatura na interior dos prédios, reduzindo, por exemplo, o uso de ar-condicionado.

Linha Verde

11. Linha Verde:

O metrô ficaria com a função principal meio de transporte de massa. Por usar tração elétrica, ele não emite gases poluentes e ainda contribui para o menor uso de carros e ônibus movidos a combustíveis não renováveis, como o petróleo.

Pedala Robinho!

10. Pedala Robinho:

Todas as ruas e parques contariam com ciclovias. Isso tornaria possível ir a qualquer canto numa bicicleta, que seria uma das principais formas de se deslocar na cidade. Em lugares como Copenhague, na Dinamarca, e Amsterdã, na Holanda, isso já é realidade.

Ecoarquitetura:

9. Ecoarquitetura:

Casas e prédios precisam ser energeticamente eficientes. Por isso, priorizam a iluminação e a ventilação natural, com uso de amplas janelas de vidro, cores claras nas paredes e vegetação apropriada para manter um clima agradável em torno da edificação.

Deixa Chover

8. Deixa Chover:

Calhas no alto de casas e prédios conduziriam a água da chuva para cisternas- reservatórios subterrâneos. Essa água poderia servir para regrar parques e jardins, abastecer privadas das edificações e até na irrigação das zonas de produção agrícolas.

Lixo Selecionado

7. Lixo Selecionado:

Coleta seletiva e reciclagem fariam parte do dia-a-dia de 100% dos moradores- No Brasil, apenas 12% do lixo é reciclado. Os resíduos orgânicos, por exemplo, seriam transformados em adubo para as hortas urbanas espalhadas por Estranhópolis.

Luz elétrica

6. Luz elétrica:

Uma parte da energia da cidade viria de painéis de energia solar fotovoltaica. Esse tipo de painel converte diretamente a luz do sol em eletricidade. Na Espanha já um parque fotovoltaico que gera energia capaz de abastecer mais de 200 mil pessoas.

Banho de sol

5. Banho de sol:

Para reduzir o gasto de energia, nenhuma residência teria chuveiros elétricos. O aquecimento de água seria feito só com o uso de painéis solares, instalados no telhado de casas, prédios e edifícios comerciais.

Na altura Certa

4. Na altura Certa:

Prédios baixos, com até seis andares diminuiriam o vai-e-vem de elevadores, economizando energia. Além disso, os painéis solares no alto dos edifícios só teriam capacidade para fornecer água quente a todos com menos gente morando nos prédios.

Nova Onda

3. Nova onda:

Se a cidade ficasse no litoral, ele teria uma usina para gerar energia elétrica a partir do movimento das ondas do mar. Aqui no Brasil, pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) já desenvolveram um protótipo com bons resultados.